A Reference News Network informou em 27 de outubro. Segundo uma reportagem da Agence France-Presse em 25 de outubro, em Berlim, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, convocou o mundo, no dia 25, a se unir em torno do futuro da nova vacina contra o coronavírus.

Segundo a reportagem, na cerimônia de abertura da Cúpula Mundial da Saúde, que durará três dias em Berlim, Tedros afirmou, em um discurso por vídeo, que a única maneira de nos recuperarmos da pandemia é nos unirmos e garantir que os países pobres tenham acesso justo às vacinas.
Ele disse: "Assim que tivermos uma vacina eficaz, devemos usá-la com eficácia, e a maneira mais eficaz é vacinar algumas pessoas em todos os países, e não todas as pessoas em alguns países."
Ele disse: "Para ser claro, o nacionalismo vacinal prolongará, em vez de encurtar, a pandemia."
Segundo relatos, a União Europeia, os Estados Unidos, o Reino Unido, o Japão e muitos outros países assinaram um grande número de pedidos com empresas envolvidas no desenvolvimento das vacinas mais promissoras. Mas cresce a preocupação de que países com economias mais fracas possam ficar no fim da fila.
Tan Desai disse: "O número de casos aumentou acentuadamente, e muitos países do hemisfério norte estão em perigo." Mas ele também afirmou que as pessoas não estão completamente impotentes para resistir ao novo coronavírus. Ele ressaltou a importância de manter a distância social, lavar as mãos e se reunir ao ar livre, em vez de em ambientes fechados.
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